Escolha o próximo lançamento de Neil Pert


Depois do sucesso de Ghost Rider - A Estrada da Cura, a Belas-Letras vai dar aos seus leitores a oportunidade de escolher qual será o próximo livro de Neil Pert a ser lançado no Brasil. São quatro os títulos com os direitos adquiridos pela editora: The Masked Rider, Traveling Music,  Far and Away Clockwork Angels, este último escrito por Kevin J Anderson.Leia as sinopses:

The Masked Rider
Se em Ghost Rider, Neil Peart partiu de moto, em The Masked Rider a viagem é de bike – uma uma grande aventura pedalando pela África. E que graças a esse meio de transporte – rápido para ir de uma cidade à outra em apenas uma manhã e lento para dar o prazer de enxergar o rosto e o sorriso das pessoas humildes pelo caminho – essa viagem se transforma numa extraordinária e perigosa jornada por estradas de chão batido, encontros com milícias armadas, crises de disenteria e, claro, muita música.

Clockwork Angels
Inspirado nas composições do lendário baterista do Rush, Neil Peart, o escritor Kevin J. Anderson – autor com mais de 23 milhões de livros vendidos em trinta idiomas – apresenta ao leitor a história do jovem Owen Hardy, que vive em um mundo aparentemente perfeito, mas que esconde verdades sombrias sob sua superfície. Elegantemente escrito, “épico, estranhamente belo e encantador”, Clockwork Angels acompanha a jornada desse jovem quando ele decide abandonar a segurança e o conforto da cidade onde nasceu para partir em busca de um lugar que ele jamais imaginou. Uma inesquecível história do gênero steampunk, acompanhada de ilustrações do criador da arte dos álbuns do Rush, Hugh Syme.

Traveling MusicA trilha sonora de uma vida e uma época tocada pela escrita fina e envolvente de Neil Peart. Traveling Music é, literalmente, uma viagem musical do maior baterista do mundo pelas suas influências. Frank Sinatra, Limp Bizkit, Linkin Park e muitos outros artistas são convidados a embarcar nas estradas da memória de Neil Peart de Los Angeles ao Big Bend National Park.

Far and AwayImagine que você tem um amigo que é mundialmente reconhecido como um astro da música – como Neil Peart, compositor e baterista do Rush. A cada mês, ele lhe envia uma carta com desenhos de próprio punho, muitas fotos e belas descrições dos bastidores das turnês da banda e incríveis viagens de moto. Durante quatro anos na estrada, Neil apresenta a você, esse amigo leitor, as observações e detalhes de bastidores das turnês pela América do Norte, Europa e América do Sul. Um livro para ser apreciado como a carta de um amigo próximo – e que parece cada vez mais encantadora quando a relemos.

A luta dos bebês prematuros pela sobrevivência se transforma em livro


Livro reportagem relata a história de nove crianças prematuras extremas e suas famílias

A cada 100 nascimentos no Brasil, 11 são partos prematuros. 11. A prematuridade é a mais letal das condições para mortes no primeiro ano de vida. Cerca de 8% dos bebês nascem com menos de dois quilos, segundo dados do Ministério da Saúde. Por trás desses números há dramas de pais e mães que lutam pela sobrevivência de alguém que recém acabou de nascer, como Charles e Thais, que ouviram estas palavras de um médico, referindo-se ao filho logo após o parto:
“Se ele sobreviver, o que é muito difícil, ele vai ser cego. Com a sequela cerebral que ele pode ficar, ser cego nem vai ser um problema muito grande. Mas isso se ele sobreviver.”
Thais teve Rodrigo com apenas 24 semanas de gestação, o limite da prematuridade. A história deles e de outras oito famílias está no livro-reportagem Quinhentos gramas de vida: A luta dos bebês prematuros pela sobrevivência, escrito pela jornalista Thais Lazzeri e publicado pela editora Belas-Letras.
Apesar de o assunto ser pouquíssimo abordado pela mídia, o Brasil está em décima posição no ranking mundial sobre número de prematuridade. Os prematuros extremos, que são o tema do livro – aqueles bebês que nascem, em média, com um peso menor ainda, quinhentos gramas ou até menos. Eles podem ser considerados alguns dos menores bebês do Brasil.
A autora trabalhou por quase oito anos na revista Crescer, publicação da editora Globo. Hoje é repórter da revista Época, mas diz que somente com esse livro teve a oportunidade de “desnudar como o nascimento de uma criança em condições tão desfavoráveis é capaz de transformar a visão de mundo”.
Grávida e prestes a dar à luz sua primeira filha – Catarina – juntamente com a vinda do livro, Thais convida todos a se emocionarem por essas 136 páginas, e compartilharem um pouco da realidade vivenciada por todas essas pessoas. Não só das nove histórias retratadas, mas o drama de quinze milhões espalhadas pelos cinco continentes.
Sobre a autora: Thais Lazzeri é repórter da editoria de Vida da revista Época. Trabalhou durante sete anos na Revista Crescer, da Editora Globo, como repórter e editora-assistente de Gravidez, Saúde e Nutrição. Também escreveu para a revista Nova e para a Folha de S. Paulo.

De Permanent Waves a Ghost Rider – como eu cresci ouvindo Rush

Por Candice Soldatelli
Tradutora


Anos 80. A abertura de um telejornal aqui do Sul tinha como trilha sonora nada mais nada menos que a intro de The Spirit of Radio. Eu, com 10 anos - um pouco menos talvez - adorava aquele som. É claro que não fazia a menor ideia de que se tratava de uma das canções mais populares da banda canadense Rush, muito menos sabia que existia uma banda chamada Rush. Eu só sabia quem era Michael Jackson (Thriller marcou uma geração inteira, ainda bem). 
Certo dia, um amigo dos meus tios deixou duas caixas enormes com mais de 100 vinis na casa da minha vó Irma (ele era DJ numa época em que se tocava rock nas festas… bons tempos). Ozzy Osbourne. AC/DC. Iron Maiden. Pink Floyd. Led Zeppelin. Rolling Stones. Kiss (incluindo aquele álbum da famigerada capa com a foto da banda sem maquiagem, um sacrilégio!). Queen. B52’s. Ramones. Van Halen. Rush. Pensem num tesouro! Era mais ou menos isso o que aquelas caixas representavam para mim. 
O melhor de tudo é que, como eu era a sobrinha mais velha e sempre fui uma menina que cuidava muito bem das coisas (minha boneca Tippy que ganhei no Natal de 1982 está em perfeitas condições até hoje), meus tios permitiam que eu escutasse o disco que eu quisesse no “3 em 1” (ouvi todos, menos The Dark Side of The Moon do Pink Floyd, porque eu morria de medo daquela capa e de algo que escutei nas conversas dos mais velhos sobre “tocar o disco ao contrário”). Meu favorito, obviamente, era Permanent Waves
O tempo passou, e eu só fui reencontrar o Rush já adolescente, no começo dos anos 90. Enquanto as meninas em geral “piravam” num Kid Abelha (nada contra, mas…), eu tentava encontrar alguém que tivesse o Presto para me gravar uma fita. Sorte minha que eu estudava com o pessoal mais legal que poderia existir: um bando de nerds (numa época em que não era cool ser nerd), todos muito inteligentes e curiosos, felizes proprietários de computadores XT (aqueles de tela verde), alguns deles baixistas e guitarristas de bandas de garagem, frequentadores de fliperamas. Todos gostavam de Rush. Meu colégio era muito parecido com o que Neil Peart descreve em Subdivisions. Havia os grupinhos dos “atletas” e dos “populares”, dos “mauricinhos” e das “patricinhas” – a maioria, na época, era metida a surfista ou a namorada de surfista, mesmo que morássemos a 100 quilômetros da praia mais próxima. Só ouviam Australian Crawl (nada contra, mas…). O legal é que nós da turma 204 não nos importávamos se éramos ou não “excluídos”, porque construímos nosso próprio mundo dentro da nossa sala de aula. E foi a melhor época da minha vida. 
Um amigo de um amigo da minha melhor amiga de colégio – a Gabriela Costa – tinha o “álbum do Rush com o coelho na capa”. Engraçado como naquela época costumávamos chamar os discos por nomes assim: “aquele do Guns com a capa que parece um jornal”, “aquele do Led Zeppelin com o velho do saco”, entre outros. Gravei uma fita cassete Basf que quase gastou dentro do meu Walkman Sony. The Pass certamente foi – e ainda é – uma das mais belas canções e uma das letras mais intrigantes que já ouvi. O pouco inglês que eu sabia não me deixava esquecer os versos mais fortes que tinha ouvido até então: “Turn around and turn around and turn around/ Turn around and walk the razor’s edge/ Don’t turn you back and slam the door on me.” 
Na época, eu tinha 15 anos. Se alguém me dissesse que em 2013 eu estaria lendo um livro de Neil Peart nas minhas férias de verão e recomendaria a obra a uma editora, e que depois eu seria a tradutora de Ghost Rider:– A Estrada da Cura, nem eu mesma acreditaria. Se me dissessem que eu receberia um e-mail do mestre em pessoa, eu iria dizer: “Imagina! Impossível”. Seria bom demais para ser verdade… Mas é. Melhor ainda é poder apresentar o Rush às novas gerações, como à minha filha de seis anos que adora The Color of Right. 

PS: Quero muito agradecer ao presidente do Rush Fã-Clube Brasil, Vagner Cruz, pelo apoio ao nosso trabalho. Também gostaria de agradecer a todos que colaboraram diretamente com a tradução na fase de pesquisa (biólogos, geólogos, motociclistas, bateristas, engenheiros, policiais): Davi Frezza, Joni Pedrotti, Jorge Soldatelli, Vagner Renosto, Maicon Daros, Diogo Chinelatto, Samuel C. Gomes, Vito Montanaro Neto, Cristiano Rieck, Rafael Sauthier. Meu agradecimento especial ao grupo Tradutores/Intérpretes do Facebook, com os colegas sempre dispostos a ajudar naquele termo impossível de acertar. Gratidão eterna ao preparador de originais Bruno Mattos (e a Carol Bensimon e Daniel Galera, que me indicaram o guri) e ao editor Gustavo Guertler, por ter acreditado quando eu disse que o livro era ótimo.

Livro sobre menina de 16 anos que deu a volta ao mundo sozinha em um barco será publicado pela Belas-Letras

Diário de bordo de Jessica Watson também chegará ao cinema

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A Editora Belas-Letras acaba de comprar os direitos de publicação do livro True Spirit, escrito pela jovem australiana Jessica Watson. O livro é um diário de bordo em que ela relata a aventura de navegar sozinha ao redor do mundo por 210 dias. A história também deve ganhar as telonas. A diretora Sean McNamara (de Soul Surfer) foi escalada pela produtora Paramount para dirigir o filme, previsto para estrear mundialmente no final deste ano.

Se você tiver alguma meta de vida ou algum sonho que acha impossível de se tornar real, vai se inspirar em Jessica. Com 16 anos, Jéssica navegou sozinha por 210 dias ao redor da parte sul da Terra, uma distância de cerca de 23.000 milhas náuticas, passando as pontas da América do Sul e África, antes de fazer o seu caminho ao longo da costa sul da Austrália e em todo o estado da ilha da Tasmânia.

No livro, ela conta detalhes da aventura, que incluiu ventos fortes, ondas montanhosas, icebergs perigosos, além da extrema solidão em um vasto mar, sem nenhuma terra à vista e nenhuma ajuda por perto.

Chamada de “a mais nova heroína da Austrália” pelo primeiro-ministro Kevin Rudd, Jessica afirmou que se contentava com o título de uma “garota comum que acreditou no seu sonho". Em 2011 ela foi nomeada a Jovem Australiana do Ano. Além disso, Jessica Watson se tornou Embaixadora do Turismo nomeada Artista Jovem do Ano no Prêmio Intérprete Esportes em Sydney, também em 2011.

True Spirit, ainda sem título para o português, deve ser publicado no Brasil no segundo semestre deste ano pela Belas-Letras.

“Odeio brasileiros”, declara Grumpy Cat após assinatura de contrato com editora brasileira

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Sucesso absoluto no mundo, o Grumpy Cat (ou Gato Rabugento) vai ter seu livro traduzido para o português. A editora do gato nos Estados Unidos, Chronicle Books, assinou contrato com a Belas-Letras em dezembro e a obra deve chegar às livrarias brasileiras em junho deste ano.

Se os editores ficaram felizes pelo acordo, parece que para o gato a notícia não foi tão boa assim. “Odeio brasileiros”, declarou, segundo seus assessores, assim que soube da novidade.

É pelo seu humor ácido que o felino logo virou meme da internet. Sua página oficial no facebook já tem mais de 2,5 milhões de curtidores, o que gera a cada nova postagem um engajamento de dar inveja, com curtidas e compartilhamentos que se espalham por diversos países. Mas ele não está nem aí para isso. O Grumpy Cat já licenciou sua marca para diversos produtos nos Estados Unidos e a febre promete se repetir por aqui. O gato também vai ganhar as telas de Hollywood em 2014.

Em Grumpy Cat – Um livro azedo, o bichano vai mostrar que ser azedo não é um talento que vem de berço; qualquer um, com muito treino e determinação, pode desenvolver. O leitor vai conhecer a breve história do Gato (incluindo todos os sonhos que ele já arruinou), descobrir os bons motivos para odiar cachorros (e pessoas!) e praticar o mau humor.

Promoção: como fica o sorteio dos kits de Humberto Gessinger?

Por problemas técnicos no aplicativo Sorteie.me, tivemos que dar uma pausa na promoção Natal com Humberto Gessinger. Mas ela já está ativa novamente.

Para não deixar nossos internautas na mão, lançamos nesta quarta (18) a mesma promoção, desta vez pelo aplicativo de sorteios online Yes, Ganhei. O procedimento será o mesmo que o anterior: curtir a nossa página no Facebook, compartilhar a postagem que anuncia a promoção e clicar em “Quero participar” no link da postagem.

O mais legal é que deste sorteio sairão dois ganhadores, que serão conhecidos na próxima segunda (23).

O pessoal do Sorteie.me emitiu esclarecimento afirmando que o serviço deverá ser reestabelecido logo. Caso o aplicativo volte até a próxima segunda, 23, o sorteio estará valendo. Ou seja, sairá mais um vencedor que levará para casa um kit de Humberto Gessinger.

Livro com receitas do canal Cozinha para 2 será lançado pela Belas-Letras em 2014

675Cozinhar também é uma forma de amor. E há menos de um ano, o casal Carol Thomé e Duca Mendes vem mostrando que preparar receitas deliciosas e com poucos ingredientes pode ser muito divertido.

O canal Cozinha para 2 surgiu para ensinar receitinhas fáceis em vídeos divertidos de até 2 minutos. O primeiro deles foi uma Pizza de Pão, que fez tão sucesso, que o casal resolveu investir na brincadeira. Nesse período, Carol e Duca já preparam quase 60 receitas – que podem ser assistidas a qualquer momento.

Em 2014, as receitas estarão nas páginas de um livro, que será lançado pela Belas-Letras.

Conheça as redes sociais do Cozinha Para 2

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