Prepare-se: novo livro do Humberto Gessinger

1002564_483705241719171_1473882440_nFaltam poucas horas para conhecer o novo livro de Humberto Gessinger. A pré-venda da obra começará nesta terça-feira, 30 de julho, à 00h06min, no site da Belas-Letras. As informações sobre o livro estarão no blog do Humberto, www.blogessinger.blogspot.com

Para esta pré-venda, preparamos um brinde especial, que se tornará uma peça de colecionador para os fãs de Humberto! Vocês irão gostar.

Especialmente na pré-venda, o livro será oferecido com o frete fixo para todo o Brasil no valor de R$ 5.

Ansiosos? Falta pouco.

Tirem todas as suas dúvidas sobre como funciona a pré-venda em: http://goo.gl/C0wvgb

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Conheça as novas regras para se tornar um blogueiro parceiro

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Com o objetivo de incentivar o trabalho dos blogs brasileiros voltados à literatura e, assim, promover o incentivo à leitura, a Editora Belas-Letras está com uma nova política de parceria com os blogueiros.

Como se tornar um blog parceiro da Editora Belas-Letras?

Para se tornar um blogueiro parceiro é simples, basta ser proprietário de um blog relacionado à literatura e/ou com a nossa linha editorial (música, esportes, humor, viagens, artes, beleza, bem-estar, desenvolvimento pessoal, biografias, reportagem, infanto-juvenis), preencher o formulário de cadastro disponibilizado abaixo e atender aos pré-requisitos estipulados pela Editora.

- O blog deve ter no mínimo 1 (um) ano de existência.

- O conteúdo publicado (divulgação, resenhas, entrevistas) deve ter clareza de ideias, coerência no texto e uso correto do português.

- Ter no mínimo 1.000 seguidores (soma de seguidores no Twitter, Facebook e Google +).

- Seguir a Editora Belas-Letras em todas as redes sociais em que o blogueiro ou a editora estiverem cadastrados: Facebook, Twitter, Skoob, etc.

Se você já é parceiro Belas-Letras, favor, preencha o formulário para atualização do seu cadastro, aqui.

Se você tem interesse em ser parceiro da Belas-Letras, preencha o formulário com todas as informações, aqui.

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Sujeito que traduz títulos de filmes libera o 'poeta interior', diz autor de Perdidos na Tradução à Folha

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Já imaginou que o título do seu filme preferido pode ter uma tradução bem diferente da original? É o caso de clássicos do cinema, como À Espera de um Milagre (do original, A Milha Verde), Quem quer ser um Milionário (Milionário Favelado), Onze Homens e um Segredo (As Onze de Ocean), e tantos outros.

Estes títulos e outras centenas fazem parte do livro Perdidos na Tradução, do tradutor Iuri Abreu. O livro, lançado pela Belas-Letras, é destaque da Livraria da Folha de S. Paulo.

A obra conta também com prefácio do ator e crítico de cinema, José Wilker.

Leia a matéria na íntegra:

Sujeito que traduz títulos de filmes libera o 'poeta interior', diz autor

Cinéfilo, professor e tradutor, Iuri Abreu compilou mais de 200 pérolas da tradução de filmes estrangeiros em Portugal e no Brasil. Em muitos casos, a liberdade poética transforma por completo a ideia do original.

"O sujeito responsável pelo título em português, tomado por um acesso de inspiração abençoada --ou amaldiçoada-- deixa aflorar o Drummond que traz dentro de si", escreve Abreu em "Perdidos na Tradução". "E, Como qualquer poeta, nem sempre atinge o efeito poético desejado".

Com prefácio de José Wilker, a edição é divida em "A Maldição do Subtítulo", "Poesia Pura", "Liberdade Total", "Fiéis ao Original" e "Entregando o Jogo".

Abaixo, conheça alguns exemplo do segundo capítulo de "Perdidos na Tradução".

Indicado para 4 Oscar, filme de Darabont foi inspirado em texto de Stephen King

"À Espera de um Milagre"
Título original: "The Green Mile"
Tradução literal: "A Milha Verde"
Em Portugal: "À Espera de um Milagre"

"Amor Além da Vida"
Título original: "What Dreams May Come"
Tradução literal: "O que os Sonhos Podem se Tornar"
Em Portugal: "Para Além do Horizonte"

"Bonequinha de Luxo"
Título original: "Breakfast at Tiffany's"
Tradução literal: "Café da Manhã na Tiffany"
Em Portugal: "Boneca de Luxo"

"Mais Forte que o Ódio"
Título original: "The Presídio"
Tradução literal: "O Presídio"
Em Portugal: "A Hora dos Heróis"

"Encontros e Desencontros"
Título original: "Lost in Translation"
Tradução literal: "Perdido(s) na Tradução"
Em Portugal: "O Amor É um Lugar Estranho"

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Veja quem ganhou o livro autografado de A Ira de Nasi e o CD Perigoso

Para celebrar o Dia Mundial do Rock, comemorado no dia 13 de julho, a Belas-Letras lançou um concurso cultural que premiaria com o livro autografado A Ira de Nasi e com o CD Perigoso a melhor resposta para a pergunta POR QUE EU MEREÇO GANHAR O LIVRO E CD DO NASI?

Recebemos muitas respostas criativas, mas a que mais nos chamou a atenção foi a de TAINARA HIJAZ. Confira:

"Eu mereço ganhar porque acho que NÃO HÁ DINHEIRO QUE PAGUE um autógrafo do Nasi, mas se não for meu, TUDO BEM, só preciso descobrir COMO É QUE EU VOU VIVER TÃO TRISTE sem esses prêmios, diria que é até PERIGOSO, tamanha será minha IRA. Então vou usar meu AMULETO da sorte e fazer um FEITIÇO NA RUA 23, quem sabe funciona?"

A Belas-Letras agradece a todos que participaram da promoção.

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Imprensa: Vitor Ramil e Nasi são destaques em jornais paulistas

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Duas grandes matérias sobre autores da Editora Belas-Letras repercutiram em jornais nacionais nos primeiros quinze dias de julho.

A mais recente publicação é referente ao Vitor Ramil – Songbook, obra que faz um passeio pela vida e carreira de Vitor, com partituras e a discografia completa. A matéria “Vitor Ramil lança disco e songbook bancados por fãs”, foi publicada no caderno Ilustríssima, do jornal Folha de S. Paulo. Leia a matéria na íntegra:

 

Vitor Ramil lança disco e songbook bancados por fãs

Baseado em Pelotas, a 271 quilômetros de Porto Alegre, longe demais das capitais e onde seria praticamente inviável manter uma carreira de projeção nacional, o cantor, compositor e escritor Vitor Ramil, 52 anos, mais parece um ponto de resistência.

Desde o começo dos anos 1990, quando voltou de uma longa temporada no Rio de Janeiro para a cidade onde nasceu, o artista mantém uma carreira prolífica, independente e alimentada por uma base fiel de fãs.

Fidelidade essa que foi posta à prova no ano passado, quando Ramil se lançou numa experiência até então inédita em sua trajetória: a de crowdfunding, financiamento coletivo pela internet.

>> VEJA TAMBÉM: Vitor Ramil - songbook é destaque em jornal de Goiânia

A proposta era produzir um songbook com 60 de suas canções e um disco duplo com 32 delas (Foi no Mês Que Vem), o décimo de sua carreira. Em três meses, 865 fãs de oito países toparam. O montante arrecadado chegou a R$ 85 mil, R$ 15 mil a mais do que pedira.

“Tinha medo de que parecesse caro. Vi que muitos projetos do tipo não deram em nada pelo que, acho, era excesso do artista”, disse ele, sobre as cotas que iam de R$ 10 a R$ 30 mil. “Foi algo sobre o qual pensei bastante até encontrar um termo que achei que seria justo.”

A resposta não chegou a impressioná-lo, embora o tenha enchido de gratidão.

A carreira de Ramil é repleta de histórias curiosas relacionadas a fãs. Como a de uma senhora que comprava caixas de discos seus para mandar a lojas em cidades onde não era possível adquiri-los, só para que a obra dele fosse mais conhecida.

Conceito

Seu processo de criação musical mais lembra o de escritores, de recolhimento e depuração do próprio repertório, rearranjando-o, encontrando outros modos de cantá-lo e tocá-lo. “Minha ideia era gravar um disco inteiramente acústico, mas, aos poucos, percebi que poderia soar só como acessório do songbook. E não era isso, podia ser algo maior”, conta. E foi.

Entre convidados como Milton Nascimento, Ney Matogrosso, o uruguaio Jorge Drexler, os argentinos Fito Páez e Pedro Aznar, canções marcantes da carreira de Ramil como “Estrela, Estrela”, “Loucos de Cara”, “Astronauta Lírico” e “Neve de Papel” foram reinterpretadas com arranjos voltados sobretudo para o violão, seu instrumento de predileção.

“A própria escolha das músicas se deu muito pela afinidade que cada uma delas tinha com o instrumento”, conta, sobre o trabalho de garimpagem que o permitiu “cortar excessos”, como chama a miríade de baixos, baterias e teclados, substituídos por violões de afinações variadas, timbres cristalinos, além de percussão e cordas.

É, de certo modo, a radicalização do que se anunciava em Délibáb, disco de 2010, em que dividia com o violonista argentino Carlos Moscardini os arranjos dos poemas que musicou do argentino Jorge Luis Borges e do gaúcho João da Cunha Vargas.

Como o disco anterior, Foi no Mês Que Vem foi gravado em Buenos Aires e mixado nos Estados Unidos. “É um trabalho de fronteiras abertas”, diz. Fito Páez gravou sua participação em casa, na companhia do cantor, em Buenos Aires; Jorge Drexler, num quarto de hotel durante uma breve passagem pelo Uruguai (ele vive na Espanha). Do Rio, vieram as vozes de Ney Matogrosso e Milton Nascimento.

Ramil tem ainda a companhia de Ian e Isabel, seus filhos, ela lendo um trecho em francês do escritor Paul Valéry, na canção “Noa Noa”.

“Já me disseram que formei meu pequeno Clube da Esquina. Tem um pouco a ver”, compara ele.

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No dia 6 de julho, antes de fazer um show em Santos, interior de São Paulo, o jornal A Tribuna publicou uma entrevista com o cantor, compositor e ex-vocalista da banda Ira!, Nasi. Para ler a entrevista clique na imagem acima.

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Concurso cultural: Ganhe um livro autografado e o CD do cantor Nasi

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Para celebrar o dia de um dos gêneros musicais mais famosos em todo o mundo, a editora Belas-Letras presenteará um internauta com o livro A Ira de Nasi e o CD Perigoso, do ex-vocalista da banda Ira!. E o melhor: o livro é autografado por Nasi.

Para participar é simples: basta responder à pergunta: POR QUE EU MEREÇO GANHAR O LIVRO E CD DO NASI?, e enviar o nome e o endereço completo para o e-mail comunica@belasletras.com.br. A resposta mais criativa levará o presente.

OBS: Não serão consideradas frases postadas como comentário nas postagens da fan page da editora no Facebook ou publicadas no Twitter. Só estarão participando da promoção as respostas que forem encaminhadas para o e-mail acima.

> Você sabe por que começou o Dia Mundial do Rock?

Para dar fim à fome na Etiópia, artistas como Led Zeppelin, Queen, Madonna, David Bowie, Mick Jagger cantaram para cerca de 200 mil pessoas, em Londres (Inglaterra), e na Filadélfia (Estados Unidos) no ano de 1985. O concerto conhecido como Live Aid abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano e marcou o início da celebração do rock, que desde então, tem um data especial: 13 de julho.

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E-book de Pense Grande é líder de vendas na loja Iba

Os leitores devem estar inspirados com histórias de sucesso de Ayrton Senna, Gustavo Borges, Zilda Arns, entre outros. O e-book Pense Grande, de Alex Bonifácio, é o mais vendido da última semana – 01/07 a 07/07 – segundo a loja virtual Iba.

>> Entenda como funcionam os e-books

Pense Grande mostra, por meio de depoimentos, histórias de homens e mulheres muito acima da média, que acabaram se tornando inconformados, inquietos e perseverantes para não se contentar com o possível e desejar o "impossível" - até alcançá-lo. Qual seria a motivação dessas pessoas?

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Vitor Ramil - songbook é destaque em jornal de Goiânia

CAPA EM ALTA

Um passeio pela vida e pela discografia de Vitor Ramil. Essa é a proposta do livro Songbook, lançado pela editora Belas-Letras. O livro traz partituras e explicações sobre as afinações que o compositor usa em seu violão. O músico e o livro foram tema de reportagem do jornal O Popular, de Goiânia (GO). A matéria é assinada pelo jornalista Leonardo Lichote, da Agência O Globo.

O mundo particular de Vitor Ramil

RIO - Vitor Ramil não pode ser acusado de seguir caminhos óbvios — nem em suas canções, nem em sua carreira. A escolha de viver em Pelotas, de se aproximar da tradição da milonga (desconhecida por aqui)... E, agora, de lançar um “Songbook” (Belas-Letras), iniciativa rara para um compositor como ele, mais respeitado que popular. Mais que isso, um CD duplo, “Foi no mês que vem” (Satolep Music), com 32 músicas — e com 17 participações especiais, entre eles Jorge Drexler, Milton Nascimento, Fito Paez, Ney Matogrosso, seus irmãos Kleiton e Kledir, Marcos Suzano, e Carlos Moscardini — que complementa o livro, traçando um painel de sua obra e ajudando a entender sua especificidade.

— Minhas músicas não são herméticas, Tom Jobim é muito mais complicado — diz Ramil. — Mas minhas harmonias tem particularidades que podem dificultar mesmo um bom violonista. Uso muitas cordas soltas, afinações próprias (são onze usadas e explicadas no “Songbook”). Desenvolvi uma maneira muito própria de tocar minhas canções. O “Songbook” para mim vai ser importante para que as pessoas possam tocar minha canções, porque muitos falam comigo desse dificuldade de tirá-las. Como não sou um autor célebre, um compositor que supostamente mereceria um “Songbook”, isso abre uma frente nova para outros. Porque esse tipo de registro não é positivo só para os grandes figurões. É importante que tenhamos isso dos artistas que estão produzindo na atualidade.

A decepção por não conseguir tocar as músicas que gostava quando começou a aprender o instrumento (”Ouvia uma música e quando ia olhar uma revistinha de cifras geralmente era tosco”) parece ter movido a produção do “Songbook”. O registro no livro é cuidadoso, com harmonias, partituras, afinações, tablaturas, diagramas e letras, além de uma biografia do compositor, análises técnicas e críticas, fotos, manuscritos e discografia. O trabalho foi feito sem pressa. A sugestão de Vagner Cunha (responsável pelas partituras ao lado de Fabricio Gambogi) de organizar o “Songbook” vem do fim dos anos 1990, quando o trabalho começou. A editora que publicaria o livro acabou e o projeto parou:

— Para o “Songbook” foi bom, porque nos anos 2000 fiz minhas coisas mais consistentes — diz, referindo-se aos discos “Tambong”, “Longes”, “Satolep sambatown” e “Délibáb”. — Mas recentemente a editora Belas Letras se interessou e o trabalho foi retomado. Vendo esse processo do Vagner e do Fabricio, comecei a pensar que seria curioso fazer um disco para marcar o lançamento do “Songbook”. Primeiro pensei um disco solo, de violão e voz, para ilustar as harmonias. Mas estava viajando muito com Carlos Moscardini (com quem gravou “Délibáb”), fazíamos várias dessas músicas antigas no bis. Quando fui gravar, pensei: “Como vou gravar sem o violão dele?”.

A entrada de Moscardini mudou a cara do projeto e abriu a porteira para outros convidados — amigos (Marcos Suzano, Kátia B), família (seus irmãos Kleiton e Kledir, o filho Ian Ramil, a filha Isabel Ramil recitando trecho do livro “Noa Noa”, de Paul Gauguin), intérpretes que vêm cantando suas músicas (Ney Matogrosso, Milton Nascimento), representantes do Cone Sul (Fito Paez, Jorge Drexler), antigos colaboradores (Orquestra de Câmara Theatro São Pedro). Em paralelo, Ramil percebeu que um CD só, com 15 canções, como tinha imaginado, seria pouco para dar um painel mais amplo de sua carreira, mostrar suas afinações (“Acabaria virando uma coletânea comum, com as mais conhecidas”).

— Esse momento coincidiu com um espetáculo nosso em Lisboa, no qual apresentávamos mais ou menos o que acabou sendo o repertório do disco. As pessoas ficaram muito impressionadas com as canções, que não conheciam. Então me dei conta de como a maneira como eu levo minha carreira acabou deixando-a um pouco secreta. Ouvia coisas tipo: “Que linda essa música nova”. E eu: “Mas eu gravei ela em 2003”. Então achei que devia gravá-las — conta.

Os convidados foram sendo chamados naturalmente, por afinidade estética e pessoal. O único critério técnico que Ramil quis seguir — até para que funcionasse com o “Songbook” — foi que as canções mantivessem o tom original.

— Muitas cantoras me gravam, mas não queria mudar o tom, quando no livro está só no meu tom. Fiz isso apenas em “Noturno”, que entrou porque a compus num (piano) Wurlitzer, e havia um desses no estúdio onde gravei. E como tinha cantado com Bella (Stone) fazendo uma modulação (mudança de tom) que gostei, acabamos gravando assim — lembra Ramil, antes de comentar outras participações. — Pedi a Drexler que fizesse um violão milongueiro, levemente. Fiz um violão bossa nova, acabou virando algo diferente, uma bossa milonga como não lembro de ter ouvido. Com Fito Paez, nunca tinha colaborado. Ele é uma potência musical, um grande cancionista, e nunca falamos muito da canção argentina. É um cara que adora Tom Jobim, faria uma incursão bonita em “Espaço”.

O primeiro CD abre com “Foi no mês que vem”, canção de amor dedicada à Ana Ruth, mulher de Vitor. “Satolep” (a forma como o compositor chama sua Pelotas particular, a cidade que existe sob seus pés e em suas cabeça) é a última faixa do segundo disco. Entre a mulher e a cidade, várias referências à poética particular que criou ao longo dos anos, temas e imagens recorrentes.

— Borges tem seus espelhos, punhais e tigres. Não saberia dizer meus temas, mas uma coisa é certa: quando vi a gravura de Nara Amélia que acabei usando na capa do disco, que me remetiam à coleção "Mundo da criança", que tinha em casa, achei lindo. Aquilo retratava um mundo muito pessoal meu, muito particular. Isso tinha que ser um critério para a seleção do repertório, as canções retratarem esse meu mundo particular. Ela me ajudou a filtrar melhor, fui tirando tudo que não se adequava a isso — explica Vitor, arriscando citar recorrências em sua obra. — Claro que há mais de uma referência à Satolep, reflexões sobre o tempo, a morte, que vêm do universo da milonga. Talvez um olhar de contemplação. Algumas pessoas falam que minhas letras são surrealistas. Eu discordo, nunca trabalhei com escrita automática. Não acredito nisso. O que há nelas é um certo impressionismo.

No site de Ramil, há extensões para seu mundo. Lá pode ser ouvida “Semeadura”, que ele chama de “a 33ª do repertório”, sua primeira milonga, composta aos 17. Lá estão também relatos da gravação, crônicas inspiradas nesse processo. Anotações no mapa de Satolep aberto no CD

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E-books: uma nova maneira de ler

Foto: Shutterstock

Você sabe o que são e-books? E-book é a abreviação do inglês electronic book, ou seja, livro eletrônico. É uma tendência no mundo todo. Trata-se de uma obra com o mesmo conteúdo da versão impressa, porém que é lida por meio de aparelhos eletrônicos, como tablets, smartphones e computadores.

A grande diferença dos ePubs é que o leitor pode interagir com o conteúdo: aumentando ou diminuindo a fonte do texto, fazendo marcações nos trechos que mais gostou, abrindo links explicativos e muito mais. Além disso, um e-book possui duas importantes vantagens: praticidade e economia. Uma mesma obra pode ser lida em até seis aparelhos diferentes e, geralmente, é mais barata do que as publicações em papel.

A Editora Belas-Letras não poderia ficar de fora desta nova maneira de ler livros. Por isso, suas principais obras já estão disponíveis em formato digital. Além disso, a editora vem realizando sorteios de e-books em sua fanpage no Facebook e perfil no Twitter. Curtam nossa fan e acompanhem nossas promoções.

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